Ter uma boa ideia não chega. O verdadeiro desafio de quem empreende está em perceber cedo se essa ideia resolve um problema real. É aqui que o design thinking, aplicado de forma prática, se torna uma ferramenta muito útil para projetos em incubação.
Ao contrário do que muitas vezes se pensa, não é um exercício teórico nem exclusivo de grandes empresas. É uma abordagem simples para reduzir risco e evitar desenvolver soluções baseadas apenas em suposições.
Começar pelo problema
Um erro frequente é apaixonar-se demasiado cedo pela solução. O design thinking obriga a inverter esta lógica: antes de pensar em produto ou tecnologia, importa compreender o problema do cliente.
Observação, conversas com potenciais clientes e identificação de padrões ajudam a perceber onde existem frustrações reais.
Ideias com método
Depois de clarificado o problema, cria-se espaço para gerar várias soluções possíveis. Brainstormings estruturados e exercícios rápidos em equipa ajudam a explorar alternativas e a sair das respostas óbvias, algo particularmente valioso em ambientes de incubação.
Testar cedo, ajustar rápido
Um dos maiores benefícios do design thinking está na prototipagem rápida. Em vez de desenvolver um produto completo, criam-se versões simples apenas para testar reações.
O feedback obtido permite ajustar a ideia e aprender rapidamente, com custos reduzidos.
Uma ferramenta útil em fase inicial
Em incubação, o design thinking ajuda a estruturar o trabalho inicial dos projetos e a criar uma ligação clara entre problema, solução e mercado. Mais do que uma metodologia “da moda”, é uma forma disciplinada de pensar e agir quando o tempo e os recursos são limitados.
A incubadora Baião StartUp Hub foi criada no âmbito do projeto nº 12094, cofinanciado no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através da medida “Vales Incubadoras e Aceleradoras”.
